sábado, 15 de outubro de 2011

Mestres: Carta de Saint Yves D'Alveydre a Papus.


Meu querido amigo,
tenho um grande prazer em responder a vossa excelente carta. Não tenho nada que acrescentar a vosso notável livro sobre a Cabala judaica. Pode ser classificado entre os de primeira linha pela eminente e merecida apreciação feita pelo saudoso Sr. Frank, do Instituto, o homem mais capacitado a tecer um juízo sobre esse tema.
Vossa obra completa a dele, não somente quanto à erudição mas também na bibliografia e na exegese dessa tradição especial, e, mais uma vez, crio este livro definitivo. Mas, sabendo meu respeito pela tradição e, ao mesmo tempo, minha necessidade de universalidade e de verificação por todos os processos dos métodos atuais, conhecendo, além do mais, o resultado dos meus trabalhos, não deveis temer que eu venha a ampliar o tema, e, ao contrário quereis pedi-lo.
Não aceitei até agora devido ao benefício que pode trazer ao inventário dos livros sobre a Cabala judaica, apesar do seu interesse.
Porém, uma vez feito o inventário, as minhas pesquisas pessoais encaminharam-se para a universalidade anterior, de onde procedem esses documentos arqueológicos, desde o começo, bem como as leis que puderam provocar esses feitos do espírito humano.
Para os judeus, a Cabala provém dos caldeus, elaborada por Daniel e Esdras.
Entre os israelitas anteriores à dispersão das dez tribos não judias, a Cabala provinha dos egípcios, composta por Moisés.
Tanto para os caldeus como para os egípcios, a Cabala formava parte do que todas as Universidades metropolitanas chamavam de Sabedoria, isto é, a síntese das Ciências e das artes reintegradas ao seu Princípio comum. Esse Princípio era a Palavra do Verbo.
Um precioso testemunho da antigüidade patriarcal pré-mosaica confirma essa sabedoria perdida ou transformada aproximadamente 3.000 anos antes de Nosso Senhor Jesus Cristo. Esse testemunho é Jó, e a antigüidade desse livro é autologicamente confirmada pela posição das constelações que ele menciona: "Que foi da Sabedoria, onde, pois, está?", disse esse Santo patriarca.
Em Moisés, a perda da unidade anterior e o desmembramento da sabedoria patriarcal são indicados com o nome de divisão da línguas e época de Nimroud. 

Essa época caldéia corresponde à época de Jó.
Outro testemunho da antigüidade patriarcal é o Brahmanismo. Ele conservou todas as tradições do passado, superpostas com os diferentes acontecimentos geológicos da Terra. Todos os que o estudaram do ponto de vista moderno ficaram surpreendidos pela riqueza de seus documentos e a impossibilidade de uma classificação mais satisfatória, tanto do ponto de vista cronológico como do científico. Suas divisões em seitas bramânicas, vishnavistas, sivaistas, por não falar mais daquelas, contribuíram da mesma forma para essa confusão.
Não é menos certo que os brámanes do Nepal remontam ao começo da época do Kaly-Yuga, à ruptura da antiga universalidade e à unidade primordial de ensino.
Essa síntese primitiva levava, muito antes do nome de Brahma, o de Isvha-Ra, Jesus Rei: Jesus Rex Patriarcarum, contam as nossas letanias.
É a essa síntese primordial que São João faz alusão no início de seu Evangelho; porém, os brámanes estão longe de duvidar que seu Isoua-Ra seja nosso Jesus, Rei do Universo, como Verbo Criador e Princípio da Palavra Humana. Sem isso, seriam todos cristãos.
O esquecimento da Sabedoria Patriarcal de Isvha-Ra data da época de Krishna, o fundador do Brahmanismo e de sua Trimurti. Aí também existe concordância entre os brámanes, Jó e Moisés, tanto quanto aos fatos como à época.
Desde esse tempo babélico, nenhum povo, nenhuma Universidade, tem possuído mais do que restos de pequenos fragmentos da velha Universidade dos Conhecimentos divinos, humanos e naturais, reduzidos a seu princípio: o Verbo Jesus. Santo Agostinho define como Religio Vera essa síntese Primordial do Verbo.
A Cabala dos Rabinos, relativamente de redação recente, era conhecida do começo ao fim pelos adeptos judeus, em suas fontes escritas ou orais, no primeiro século de nossa era. Certamente não havia segredos para um homem de valor da ciência de Gamaliel. Porém, não os havia também para seu primeiro e proeminente discípulo, São Paulo, que se tornou o apóstolo do Cristo Ressuscitado.
 
Vejamos agora o que diz São Paulo na sua Primeira Epístola aos Corintios, capítulo 2, 

versículos 6-8:
"Predicamos a sabedoria aos perfeitos, não a sabedoria deste mundo, nem dos principais deste mundo, que se destroem; mas, predicamos a sabedoria de Deus, encerrada em seus Mistérios; sabedoria que havia permanecido oculta, que Deus, antes de todos os séculos, havia predestinado e preparado para a nossa glória; 
que nenhum dos primeiros deste mundo a tem conhecido; pois se a tivessem conhecido, nunca teriam crucificado ao Senhor da Glória."
Essas palavras são pesadas em quilates como o ouro e os diamantes, e não existe uma só dentre elas que não seja infinitamente precisa e preciosa. Elas proclamam a insuficiência da Cabala judaica. Antes de tudo, verifiquemos a origem do termo Cabala: ele tem dois sentidos de acordo com a forma em que é escrito, conforme os judeus. Se o escrevemos com Q, isto é, adotando a vigésima letra do alfabeto assírio, a que corresponde ao número 100, ou com a letra C, a décima primeira letra do mesmo alfabeto, que corresponde ao número 20.
No primeiro caso, o nome significa transmissão, tradição, e a coisa fica assim indecisa, pois, tanto vale o transmissor quanto a transmissão; tanto vale o traditivo quanto vale a tradição.
Acreditamos que os judeus nos transmitiram bastante fielmente o que receberam de seus sábios em sua escrita caldéia original, e que foi refundido nos livros anteriores por Esdras, guiado pelo Grande Mestre Daniel, da Universidade dos magos de Caldéia. Mas do ponto de vista científico, isso não amplia muito a questão, que foi recuando no tempo por meio do levantamento dos documentos assírios, e assim subseqüentemente até chegar à fonte primordial.
No segundo caso, Ca-Ba-Lá, significa a potência das XXII letras, CaBa, já que C = 20 e B = 2.
Mas, então, a questão é resolvida exatamente, pois se trata do caráter científico determinado pelos antigos patriarcas ancestrais para os alfabetos de vinte e duas letras numerais.
Temos que considerar esses alfabetos como um monopólio das raças chamadas semitas? Talvez seja realmente um monopólio, ou muito pelo contrário.
Segundo as minhas pesquisas sobre os antigos alfabetos da Ca-ba-Lá, de XXII letras, o mais oculto, o mais secreto, que me serviu de protótipo não tão-somente para todos os outros do mesmo gênero mas também aos signos védicos e às letras sânscritas, trata-se do alfabeto ário. É aquele alfabeto que fui feliz em transmitir e que obtive de eminentes bramanes, os quais nunca, nem em sonho, exigiram-me guardar segredo dele.



Esse alfabeto se distingue dos outros chamados semitas porque suas letras são morfológicas, isto é farlantes exatamente pelas suas formas, o que o transforma num alfabeto absolutamente único. Mais ainda, um estudo cuidadoso me levou a descobrir que as mesmas letras são o protótipo dos signos zodiacais e planetários, o que é também de máxima importância.
Os bramanes chamam a esse alfabeto de vattan; e parece que se remonta à primeira raça humana, pois, pelas suas cinco formas matrizes, rigorosamente geométricas, confirma ele mesmo: Adão, Eva e Adamah.
Moisés parece apontá-lo no versículo 19 do capítulo II de seu Sepher Bereshit. Mais ainda, esse alfabeto se escreve de baixo para cima, e suas letras se agrupam de tal maneira que formam imagens morfológicas falantes. Escrevem-no da esquerda para a direita e de cima para baixo.
 Por todas as razões precedentes, esse alfabeto protótipo de todos os Kaba-Lim pertence à raça ária. Não podemos continuar a denominar com o nome de semitas os alfabetos desse gênero, pois não são o monopólio das raças que se denomina assim, com razão ou erradamente.
E possível, e deve-se, chamar esses alfabetos de esquemáticos. Agora, bem, o esquema não significa somente signos da palavra, mas também signos da glória. Esses alfabetos existem também em outras línguas, como o eslavo; assim, por exemplo, a etimologia do termo eslavo é slovo e slava, que significam palavra e glória.
Esses sentidos nos conduzem a significados muito altos. O sânscrito costuma corroborar essa elevação. Sama, que encontramos também nas línguas de origem celta, significa similar, identidade, proporcionalidade, equivalência, etc.
O termo Cabala, tal como o compreendemos, significa o Alfabeto das XXII Potências, ou a Potência das XXII letras desse alfabeto. Esse tipo de alfabeto tem um protótipo ário ou jafético, que pode ser designado, certamente por direito, com o nome de Alfabeto da Palavra ou da Glória.
Palavra e Glória! Por que estes dois termos estão relacionados em duas línguas antigas tão distantes uma da outra como o eslavo e o caldeu? Isso é sustentado por uma constituição primordial do espírito humano, em um Princípio comum ao mesmo tempo científico e religioso: o Verbo, a Palavra cosmológica e seus equivalentes.
Jesus, em sua última oração tão misteriosa, lança nisso, como em tudo, uma luz esclarecedora sobre o mistério histórico que nos ocupa agora:
"Oh Pai! coroa-me com a glória que tive antes de que este mundo fosse!"
O Verbo Encarnado faz alusão, com isso, à Sua Obra, à Sua Criação direta como Verbo Criador.
Criação designada com o nome de Mundo divino e eterno da Glória, protótipo do mundo astral e temporal, criado pelos Alahim sobre este modelo incorruptível.
Que o Princípio Criador seja o Verbo, a antigüidade não possui sobre este ponto mais que uma voz unânime. Falar e criar são, aqui, o sinônimo de todas as línguas.
Entre os brâmanes, os documentos anteriores ao culto de Brahma apresentam a ISOu-ra, Jesus Rei, como Verbo Criador.
Entre os egípcios, os livros de Hermes Trismegisto dizem a mesma coisa, e OShI-Ri é Jesus Rei, lido da direita para a esquerda.
Entre os trácios, Orfeu, iniciado nos Mistérios do Egito pela mesma época que Moisés, escreveu um livro intitulado "O Verbo Divino". Enquanto para Moisés, o Princípio é o motivo da primeira frase de seu Sepher. Não se trata da Essência de Deus, IHOH, que é nomeado somente no sétimo dia, mas de seu Verbo Criador da héxada divina: BaRa-Shith, em que Bara significa falar e criar; Shith, significa a héxada. Em sânscrito, temos o mesmo significado para BaRa-Shith.
Este termo, BaRa-Shith, tem dado lugar a polêmicas e inúmeras discussões. São João não defende o termo como Moisés desde o começo de seu Evangelho, e escreve em Siríaco, língua cabalística de XXII letras: "O Princípio é o Verbo. Jesus tinha dito: 'Eu sou o Princípio'".
O sentido exato é fixado assim por Jesus, que confirma toda a universalidade pré-mosaica anterior. O que precede explica por que as Universidades verdadeiramente antigas consideraram o Verbo Criador como a incidência, da qual a palavra humana é o reflexo exato, quando o processo alfabético se encaixa perfeitamente no planisfério do Cosmos.
O processo alfabético, junto com todos os seus equivalentes, representa, então, o Mundo Eterno da Glória; e o processo cósmico representa o mundo dos Céus astrais.
E por isso que o Rei Profeta, eco de toda a antigüidade patriarcal, disse: "CÉli enarrant Dei Gloriam", ou, em francês: "O mundo astral reflete o mundo da Glória divina." O Universo invisível fala por meio do Universo visível.
Permanecem assim dois casos a serem resolvidos: primeiro, o processo cósmico das escolas antigas; segundo, o dos alfabetos correspondentes.
Para o primeiro ponto, III Formas matrizes: O centro, o rádio ou diâmetro e o círculo; XII signos involutivos; VII signos evolutivos.
Em ambos os casos: III + XII + VII = XXII = CaBa, pronunciando-se: C = 20, B = 2, dando um total de 22, C, Q, F, D.
Os alfabetos das 22 letras correspondiam, pois, a um Zodíaco solar ou solar-lunar, montado a partir de um setenário mais evoluído. Eram os alfabetos esquemáticos.
Os outros, de acordo com o mesmo método, provinham das 24 letras, dos horários dos precedentes, de 28 letras seus lunares; por 30, seus mensais solar-lunares; por 36, seus decânicos, etc. Sobre os alfabetos das 22 letras, a regia, a emissiva da ida, a remissiva da volta, era o I, o Y e o J, e colocada sobre o primeiro triângulo eqüilátero inscrito, devia formar antologicamente, com as outras duas, o nome do Verbo e o de Jesus, IshVa-(Ra), OshI-(Ri).
Pelo contrário, todos os povos que têm adotado o Cisma Naturalista e Lunar escolhem a letra M como Regia, que governa o segundo trígono elemental.
Todo o sistema védico, e depois o brahmânico, tem sido regulado posteriormente por Krishna dessa forma, a partir do Kaly-Youg. Essa é a chave do Livro das Guerras de IEVE, guerra da letra Regia I ou Y contra a ursupadora M.
Tendes visto, meu querido amigo, as moderníssimas provas, fruto da simples observação e da experiência científica, pelas quais a mais antiga tradição foi ao mesmo tempo restabelecida e verificada por mim. Portanto, não falarei mais do que o estritamente necessário para o esclarecimento do fato histórico da Cabala.
Conforme os patriarcas que os têm precedido, os brâmanes têm dividido as línguas humanas em dois grandes grupos: (1º) Devanagáricas, são as línguas da cidade celestial ou da civilização reintegrada ao seu Princípio Cosmológico divino; (2º) Prácritas, são as línguas das civilizações selvagens ou anárquicas. O sânscrito é uma língua devanagárica de quarenta e nove letras; o veda, igualmente, com suas oitenta letras e signos, derivados do ponto do AUM, ou seja, da letra M.
Essas duas imagens são cabalísticas em seu sistema particular, no qual a letra M é o ponto de partida e de retorno. Porém, têm sido, desde sua origem e continuando até os nossos dias, articuladas sobre uma fatia do templo de vinte e duas letras, da qual a letra Regia primeira é o I.
Todas as retificações se tornam possíveis e fáceis graças a esta chave, no triunfo e maior glória de Jesus, verbo de IEVE, dito de outra forma, da síntese primordial dos primeiros patriarcas.
Os atuais brâmanes conferem a seu alfabeto de vinte e duas letras uma virtude mágica; porém esses termos não possuem para nós mais do que uma conotação de superstição e ignorância.
Superstição, decadência e superestação de elementos arqueológicos e de fórmulas mais ou menos alteradas, porém, com um estudo mais profundo se poderia, como neste caso, relacionar uma experiência ou um ensinamento anterior de forma científica e consciente e não de forma metafísica ou mística. Esse ensinamento primordial foi motivado principalmente pela maior ou menor ignorância dos fatos, das leis e dos princípios.
Por outra parte, a Escola lunar vedo-brahmânica não é a única na qual a ciência com sua síntese solar, a religião do Verbo, tem degenerado em Magia. Basta que se explore um pouco a universalidade terrestre a partir da época babélica para ver uma crescente decadência, atribuída cada vez mais à influência envolta de um caráter de superstição e magia, que exercem cada vez mais os alfabetos antigos.
Da Caldéia até a Tessália, da Escitia até a Escandinávia, dos Kouas de Fo-Hi e dos Musnads da antiga Arábia aos Runas dos Varaighes, podemos observar a mesma degeneração.
A verdade, nisso como no todo, é infinitamente mais maravilhosa que o erro, e conheceis, querido amigo, esta admirável verdade.
Por último, como nada se perde na humanidade terrestre, da mesma forma que no Cosmos inteiro, o que tem acontecido ainda é testemunho da antiga universalidade da que nos fala Santo Agostinho, em suas Retrações.
Os brâmanes cabalizam com os oitenta signos védicos, com as quarenta e nove letras do sânscrito devanagárico, com as dezenove vogais, semivogais e ditongos, isto é, toda a mistura de Krishna, acrescentada por ele ao alfabeto vattan ou adâmico.
Os árabes, os persas e os soubbas cabalizam com seus alfabetos lunares de vinte e oito letras e os marroquinos com seu Koreish.
Os tártaros manchus cabalizam com seu alfabeto mensal de trinta letras. As mesmas observações podem ser feitas entre os tibetanos e os chineses, etc, as mesmas reservas podem ser feitas quanto às alterações da ciência antiga dos equivalentes cosmológicos da palavra.
Resta saber em que ordem devem ser dispostos funcionalmente esses XXII equivalentes sobre o Planisfério do Cosmos.
Querido amigo, tendes sob os olhos o modelo de acordo com aquele que foi legalmente depositado sob o nome de Arqueômetro.
Vos sabeis que as chaves deste instrumento de precisão, para serem usadas em elevados estudos, têm sido dadas pelo Evangelho, por certas palavras precisas ditas por Jesus e comparadas com as de São Paulo e São João.
Todas as Universidades religiosas, asiáticas e africanas, abastecidas pelos alfabetos cosmológicos, solares, solar-lunares, horários lunares, mensais, etc, servem-se de suas letras de forma cabalística.
Trata-se da ciência pura, da poesia interpretando a ciência ou da inspiração divina, todos os livros antigos, escritos em línguas devanagáricas e não prácritas, que não podem ser compreendidas se não fosse a Cabala dessas línguas.
Porém, aquelas devem ser reintegradas às XXII equivalentes esquemáticas, e estas, às suas posições cosmológicas exatas.
A Cabala dos Judeus está, pois, motivada por toda a constituição anterior do espírito humano; porém, ela tem necessidade de ser arqueométrica, isto é, medida por um princípio regulador, controlada sobre o instrumento de precisão do Verbo e de sua síntese primordial.
Não sei, querido amigo, se estas páginas respondem a vossa afetuosa espera. Não pude mais do que resumir capítulos inteiros em algumas linhas.
Rogo-vos, pois, desculpar as imperfeições e olhar o que precede como um testemunho da minha boa vontade e da minha velha amizade.

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