sábado, 5 de julho de 2008

A Origem da Astrologia 4


Em 450 DC Proclus escreve paráfrase de Ptolemy Tetrabiblos. Em 476 o Império Romano do Ocidente chegava ao fim, quando, curiosamente, reinava em Roma Romulo Augustulo, com o mesmo nome do primeiro dos chefes urbanos de Roma. Odoacro, um chefe bárbaro, o depôs. Antes dele, Diocleciano havia dividido o império em duas partes.
Em 476 D.C. Astrologia recusada na Europa com a queda do Império romano. Antes que fosse efetuada uma ruptura incisiva entre as diferentes disciplinas científicas, nos anos quinhentos e em parte dos anos seiscentos, o conceito de homem integral não era nenhuma exceção, mas era mesmo bastante freqüente. A matemática e a filosofia, a física e a medicina, a astronomia e a astrologia, eram ensinadas de forma estritamente integradas uma com a outra e muitos cientistas ostentavam conhecimentos igualmente profundos em todas estas ciências. Um matemático, por exemplo, podia possuir profundos conhecimentos na área medicas e conhecer astronomia e astrologia, utilizando então de toda a sua potencialidade em várias áreas científicas.
A astrologia precisou, mesmo neste período, levar em conta a evolução do pensamento religioso, filosófico e científico. No entanto, o sistema astronômico de Copérnico, que demonstrava a estrutura heliocêntrica do universo, não prejudicou diretamente a astrologia, como afirmavam alguns. Já na época de Pitágoras, se falava do mundo como tendo ‘um fogo central’ e mesmo nos anos trezentos, Nicolas d’Oresme havia exposto sua teoria sobre o movimento diurno da terra.
Antes de mais nada, as constatações de Copérnico, e de Kepler mais tarde, provocaram dúvidas sobre aqueles que se dedicavam de forma séria aos estudos astrológicos. Porém, estas dúvidas já estavam sendo levantadas há mais de dois séculos, e nenhum astrólogo se sentiu coberto de ridículo porque precisaria modificar suas teorias, mudando o seu ponto de vista. Este era de fato uma simples mudança do ponto de observação, que não invalidava um método antes baseado nas Leis de Correspondência do que sobre a influência direta dos próprios astros.
No que diz respeito às reações provocadas sobre os seus contemporâneos pelas revelações de Copérnico e Kepler, elas não ocorreram na realidade de forma imediata, pois a Igreja impediu a sua imediata difusão e aceitação por mais de três séculos. E no ano 500 DC Rhetorius introduz triplicidades dos elementos no zodíaco. O imperador Justiniano sobe ao trono em 527. Justiniano recuperou muitas áreas que haviam sido tomadas pelos povos que invadiram o império romano e o fragmentaram.
Dentre os bizantinos que seguiram a tradição helenista antes do advento da era islâmica, temos Olimpiodoro, cerca de 564 d C, que deu aulas de astrologia mesmo sob a hostilidade crescente de Justiniano e Retório, no início do sec VII d C, que fez uma coletânea de textos de antigos escritos astrológicos. Retório tinha à sua disposição os escritos de Ptolomeu e outros astrólogos. Elenca inclusive mais detalhes de interpretação. Utiliza as triplicidades e inclui elementos, 18 Lotes diurnos e 17 noturnos, discorre sobre o thema mundi cujo ASC seria em Câncer. E conta como certos astrólogos acham que todos os ascendentes de todos os mapas devam estar neste signo, embora escreva que outros preferem que seja em Leo, o signo do Sol, mas ele mesmo prefere no final usar o equinócio da primavera e seu signo, Àries. Para Retório, a Lua adquire maior importância do que para Ptolomeu; a exaltação ou exílio dela é o mais importante; lista as casas da mesma maneira que Ptolomeu, mas as separa em masculinas e femininas, assim como os planetas e signos: "se Mercúrio está em boa casa, especialmente a casa de Saturno, e bem aspectado por Júpiter, Saturno e Marte, ele produzirá astrólogos, profetas e sacerdotes; se Saturno está no ascendente na casa de Mercúrio ou Mercúrio está no ascendente, produzirá matemáticos portentosos". Mas os dias gloriosos da astrologia haviam terminado, pelo menos oficialmente. Pressionada pelo estado e pela Igreja, o caminho da sua proscrição começara em 357, quando Constancio chamou os mathematici - era este o nome dos astrólogos durante centenas de anos... - de indesejáveis, colocando no mesmo saco os magos, os adivinhos de sonhos, e os intérpretes de auspícios. Em 409 Honório e Teodósio mandaram os astrólogos queimar seus livros na presença de bispos e voltar à antiga fé católica sob pena de exílio. Em 425 Teodósio e Valentiniano chegaram a banir vários heréticos, inclusive os mathematici. Obviamente, nem tudo foi assim tão fácil e nem todos os astrólogos foram inteiramente banidos de Bizâncio. Um certo persa chamado Estefânio, o filósofo, gabava-se, no século 8, de haver reintroduzido a astrologia na região. Ele insistia que as estrelas não eram deuses e que só expressavam o desejo de Deus, que não agiam através de um poder que lhes era próprio, mas através do poder de Deus e, portanto, era um pecado que o ser humano não usasse este conhecimento. E já que falamos em persas, é importante lembrar a enorme e decisiva importância que esta cultura terá para a constituição da astrologia, seja no aspecto da importância do mito solar, ligado ao zoroastrismo, seja na maneira de criar divisões do mês baseadas nas fases da lua, para darmos apenas dois pequenos exemplos! Foram os persas que ensinaram aos povos autóctones da região perto de Harran muito da tradição espiritual e mágico-ritualística que criariam uma poderosa corrente esotérica que se manteria intacta durante centenas de anos. Na cidade de Harran, no atual Iraque, levas e levas de grupos filosóficos e esotéricos de origem árabe, persa, grega - neoplatônicos e platônicos - mantiveram-se, como em um enclave de resistência, até o tempo das Cruzadas. É desta cidade - que agora começa novamente a ser escavada - que saiu a forma acabada das mansões lunares - tal como é conhecida no ocidente - e os símbolos sabeus.
E no ano 600 DC Igreja condena astrologia e tentativas pra suprimir isto nos séculos seguintes. 650 DC No Etymolgiae de Isodore, Bispo de Sevilha, é mencionado que astronomia e astrologia sejam artes complementares na antiguidade. A substituição do sistema geocêntrico com aquele heliocêntrico mostraram que as novas concepções astronômicas não poderiam cancelar do espírito humano o nome da astrologia e reduzi-la a um mero exercício de logaritmos e trigonometria ou fórmulas algébricas, onde ela recairia num simples determinismo. O próprio Kepler em seu tratado "De harmonia mundi" (Da harmonia do universo) expõe idéias cosmológicas que acabaram ajudando a astrologia a conservar a sua estrutura de ciência e arte. Por isso os astrólogos sérios, usavam amplamente seus conhecimentos astronômicos, de cálculos e fórmulas matemáticas, para erguer as cartas individuais. Já em 700 DC os Monges em monastérios aprendem sobre astrologia em literatura Clássica, e investiga isto em segredo.
No ocidente, nos primeiros séculos de nossa era, (de 700 a 1100 DC) o interesse da astrologia era concentrado primeiramente nas suas relações com a doutrina cristã. No Oriente, no entanto, a astrologia continuou sua evolução para ampliar suas bases teóricas e sobretudo práticas. Em Bisâncio (ou Constantinopla) existia uma cadeira de Astrologia na Universidade. No mesmo período, o mundo islâmico contribuiu de forma notável para o desenvolvimento das ciências astrológicas.
A partir da idade média, a astrologia precisou se adequar à evolução do pensamento e portanto acabou ressentindo as conseqüências do processo de transformação derivado do pensamento cristão que naquele período se espalhava no mundo ocidental. Neste período o aspecto entre astrologia e religião são interligados.
750 DC os astrólogos muçulmanos Masha'allah, al-Kindi, Abu Ma'shar reavivam a astrologia da Grécia helenística, baseado em Ptolomeu, Tetrabiblos e trabalhos de Firmicus. Ibrahim Al-Fazari inventa astrolábio. Precisão do trabalho de Ptolomeu é aumentada com numerais árabes e zero. Estrelas são identificadas e construíram observatórios.
Período Clássico da Idade Média. Data deste período a maior divisão entre dois braços da astrologia: a grega e a hindu, sendo que também continua a linhagem da astrologia originada das fontes persas, como uma terceira via, que mais tarde vai desembocar na composição do corpus astrológico árabe. A Era Árabe. Data desta época o grande florescimento da astrologia, com a contribuição de sírios, gregos, egípcios, persas e hebreus.
Teófilo de Edessa ( final do sec VIII) representa uma ponte entre a astrologia grega e árabe; cerca de 770 d C, alguns trabalhos astronômicos da Índia - a astrologia hindu se parece muito com a persa no estilo e nos métodos mas os dados astronômicos são de origem indiana, que por sua vez tem origem em textos ainda mais antigos do Oriente Próximo. Desta fase destacam-se Masha' allah (770 - c 815), Messala em latim, autor de muitas obras astrológicas. Também surge Omar de Tibérias (815)-- possivelmente tradutor de Doroteu do persa para o árabe, tendo um estilo helenista nos seus escritos astrológicos. No começo do século 9 d C, surge Abu Bakr e, entre 822 a 850, surge Kahel, um dos astrólogos de linha claramente helenista dentro da corrente árabe da astrologia.
No ano 850 DC textos de astrologia árabes Famosos se aparecem como Tratados de Albategnus e As Flores de Astrologia por Albumazar. Por volta de 854 surge Abu 'Ali al - Khayyat, aluno de Masha'allah e autor do Julgamento das Natividades, um trabalho que mostra grande importância das idéias de Doroteus. Harun-al-Rashid embute observatório em Bagdá e jogos para cima escola renomada para astrologia no Cairo, Egito. Alguns anos mais tarde, surge o astrólogo Al - Farghani (Alfarganus em latim) e já no final do século 9 (870) surge Al-Kindi, cujos trabalhos tiveram grande impacto na metafísica neoplatônica, mais do que na própria astrologia - influenciou Robert Grosseteste e John Dee; escreveu Sobre os Raios Estelares. Em 886 surge Abu Mashar (Albumassar em latim), representante da corrente persa na astrologia; um dos mais importantes autores da era árabe, era um persa que escreveu em árabe e persa. Escreveu As Grandes Conjunções, A Grande Introdução a Astrologia, A abreviação da Introdução a Astrologia e De Revolutionibus, além de Flores Astrologiae, sobre astrologia mundial. Entre 834 e 901, vive o astrólogo Thabit ibn Qurra - hermético, neoplatônico; entre 820 e 912, Qusja ben Luqa, ou Costa bem Luca; em 865 - 932, Ar-Razi, em latim Rhazes. Em 967, aparece Al-Qabisi, em latim Alcabitius, que empresta seu nome a um sistema de divisão de casas, embora não tenha sido seu autor, pois é um sistema que nasceu ainda na era clássica. Um dos trabalhos de Alcabitius, Introdução a Astrologia, traduzido para o latim, foi muito popularizado. Depois de 1040 o astrólogo Ali ibn abi r-Rijal, em latim Haly Abenragel, foi um dos mais influentes astrólogos da Era árabe no período latino tardio; escreveu um grande tratado sobre astrologia.
No ano 900 DC o Filho de Harun-al-Rashid, Califa Al-Mamun estabelece que a Casa de Sabedoria seja o Tetrabiblos foi traduzido e usou como base para estudo astrológico adicional. 950 DC Ibn Unis, o astrônomo muçulmano compila Mesas de Hakimite de movimentos planetários. 1000 Firdausi, Abul-Qasim Mansur, grande, Poeta Persa escreve Xá-Namah o qual contém muitas referências astrológicas. Entre 973-1049 viveu o astrólogo Al-biruni, que escreveu o Livro da Instrução nos Elementos da Arte da Astrologia, um dos mais cultos e preparados astrônomos da era árabe e conhecedor de astrologia.
Em 1000-99 astrologia floresce em Byzantium por Psellus, Caerularius e Xiphilin. 12ª Universidade de Bolonha se torna centro para o Século em astrologia médica. Tetrabiblos é traduzida - DC por Platão de Tivoli. Adelard de Banho (A Inglaterra) traz astrologia para a Europa. Sacrabosco escreve para Sphaera Mundi, cedo, Livro de ensino inglês de astrologia esférica. Entre 1092-1167 Avraham ben Meir Ibn Ezra, Ibn Ezra, professor judeu que escreveu obras de grande importância, como O Inicio da Sabedoria e o Livro das razões, entre outros. Ibn Ezra foi muito influente no ocidente latino.
Em 1250 DC o Albertus Magnus recomenda Tetrabiblos. Roger Bacon une magia antiga e astrologia em Speculum Astronomiae. Guidi Bonati é o astrólogo famoso do tempo dele. Thomas Aquinas concorda aspecto filosófico da astrologia. Imperador Frederick II usos astrólogo Michael Scot. Astrologia é ensinada em Universidade de Cambridge. 1280 Johannes Campanus inventa método novo de more divisão e saques Papa Urban IV. 1327 Cecco D'Ascoli, professor de astrologia e astrólogo para Duque de Florença está queimado a estaca para o ensino dele que Cristo história era astrológica. 1375 Chaucer, primeiro grandes usos de poeta ingleses, referências astrológicas.
Período Latino-Medieval. Cobre o período da era latina do ocidente, que derivou quase que totalmente da astrologia árabe, sem maiores contribuições criativas. No panorama ocidental, uma das empreitadas mais importantes foi a constituição de um grupo de astrólogos tradutores das obras em persa, árabe e grego na corte de Espanha, pelo rei Alfonso de Castela e Leão (1226-1284), que também promoveu a elaboração das Tábuas Alfonsinas, de tanto uso na navegação em épocas posteriores. As Tábuas Alfonsinas, são tábuas planetárias usadas durante a Idade Média por astrônomos e astrólogos. Entre os astrólogos traduzidos para o castelhano medieval estavam as obras de Ali Aben Ragel (1254).
As figuras mais importantes são: Isidoro de Sevilha (560-636), João Escoto Erígena (815-877), Pedro Abelardo (1079-1142); Hugo de Santilla (1119-1151) traduz obras do árabe, compilações de métodos árabes não encontrados em outras fontes. Em 1125, temos a figura de Adelardo de Bath, inglês que aprendeu cultura árabe e traduziu as obras de Abu Mashar para o inglês. Em 1138, surge a tradução do Tetrabiblos de Ptolomeu, do árabe para o latim, feita por Platão de Tivoli; foi a primeira tradução. João de Sevilha (c 1150) traduziu do árabe e escreveu um tratado de astrologia - considerado um dos escritores mais antigos dos trabalhos originais em Latim durante a Idade Média. Também há Robert Grosseteste (1175-1253), bispo inglês envolvido nas teorias metafísicas da linhagem de Al-Kindi a John Dee, que foi conselheiro de reis e rainhas na corte da Grã-Bretanha.
Alberto Magno (1193-1280), professor de Tomás de Aquino, responsável pela introdução do aristotelismo na sua vertente árabe no pensamento ocidental, era um estudioso de Alquimia e Astrologia, e escreveu, ao que parece, uma obra intitulada Speculum Astronomiae, uma bibliografia critica que examinava as obras astrológicas que estavam ou não em harmonia com o Cristianismo.
A figura de Guido Bonatti (C1210-1290) desponta como um dos mais importantes compiladores e práticos latinos, escreveu o Liber Astronomiae, uma enciclopédia que sumariza o conhecimento da tradição árabe; Bonatti experimentou e testou os conhecimentos que aprendeu, tendo sido conselheiro do conde de Montefeltro, inclusive para assuntos militares, onde exercia sua arte astrológica no comando de operações de guerra. Recebeu de Dante Alighieri um lugarzinho no Inferno da sua Divina Comédia... Por volta de 1210 nasce Campanus de Novara, um dos supostos autores da divisão de casas conhecida como Campanus, mas sabe-se que este sistema era usado entre os árabes.
No final do século XIII, surge Pedro de Abano, astrólogo e mago que escreveu uma longa obra, Conciliador, sobre astrologia e medicina astrológica, dentro de uma visão escolástica; traduziu ibn Ezra do francês para o latim; no começo do sec XIV, há registros dos trabalhos de um astrólogo chamado Andalo di Negro. Também neste século surge o primeiro astrólogo inglês importante, John de Ashenden, que praticava astrologia política e mundial, muito influenciado por Abu'Mashar, e por volta de 1400, Antonio de Montulmo, que escreveu sobre astrologia mágica, além de um livro chamado Sobre o Julgamento das Natividades.
Renascimento: A corrente arabe-latina da astrologia continua forte, mas surgem os pensadores que acreditam que Ptolomeu seria a única fonte verdadeira, e o conhecimento árabe é pouco a pouco criticado. Surgem criações e pesquisas e uma "reforma" da astrologia que segue a linha das obras de Kepler. Os trabalhos de Morin de Villefranche (Morinus) são aristotélicos, e inovam em certos aspectos da prática e da análise.


Climazem Consultoria – Estudos e Pesquisas Astrológicas: Abrindo os Portais do Conhecimento.
Carlinhos Lima – Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.

Leia tambem A Origem da Astrologia parte 5

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