sábado, 5 de julho de 2008

A Origem da Astrologia 3


Continuação. Origem da Astrologia parte 3
No ano 200 AC astrologia de predições, esparrama para Roma. 150 AC forma Esotérica de astrologia baseado nos ensinos de Hermes ou Thoth circulam em numerosos trabalhos debaixo de tal intitula como: Astrologoumena, Hermaikai Diataxeis ou Doutrinas de Hermes, Apokotastasis, Liber Hermetis, Asklepios.
135 AC Posidonius traz astrologia a romanos intelectuais. 130 AC astrônomo grego Hipparchus é creditado pelo descobrir a precessão dos equinócios que já eram conhecidos em séculos da Babilônia mais cedo. 100 AC Essênios desenvolvem Qabbalah e astrologia esotérica. 60 AC Nigidius Figulus começa primeira escola de astrologia em Roma e publica livros em predição astrológica. O Georgics de Virgil constituem almanaques astrológicos. 20 AC o Imperador romano Augustus tem moedas estampadas com o sinal dele o Capricórnio.
Por volta de 7-4 AC Três Homens Sábios ou Magi do Leste (os astrólogos de Chaldea ou Persia) prediga nascimento de Messias (o Jesus Christo) de acordo com Evangelhos do Novo Testamento.
Na Era Romana Embora sob dominação romana, a cultura ainda era helenista. Apenas dois autores romanos destacam-se na astrologia: Marcus Manilius, autor de Astronômica (C10 d C), um poema didático longo em latim; como ele não faz referências a autores da sua época, muitos duvidam de sua autoria, atribuindo o texto ao Renascimento e não à Antigüidade Clássica. Além deste, temos Julius Firmicus Maternus, que compilou muito do conhecimento da época e escreveu no seu Mathesis o livro 8, que trata de astrologia e suas técnicas, em latim; seu texto ficou conhecido por toda a Idade Média.
Data do primeiro século depois de Cristo o mais longo tratado astrológico de uma linhagem que nasce diretamente no movimento filosófico dos estóicos . O trabalho não chegou até nossos dias inteiro, mas há diversas referências dele entre diversos autores até da Era Medieval européia. O autor é Doroteu de Sidon e o nome do trabalho é o Pentateuco, um longo poema astrológico em 5 livros. Doroteu é a mais velha fonte conhecida do sistema de triplicidade trina. Uma versão deste Pentateuco é conhecida como Carmen Astrologicum, a Canção da Astrologia, mas que nos chega através de uma versão comentada em árabe, possivelmente com acréscimos posteriores. Este trabalho mostra o uso das triplicidades, eclipses e uma série de pontos como ASC, graus, em torno do mapa.
Parece que algumas fontes consideram Teucer, da Babilônia como sendo o primeiro a delinear os decanatos astrológicos, que também é do primeiro século, mas não se tem certeza. Da mesma época, no cenário romana destacam-se o astrólogo Balbilus - que era parente do astrólogo de Augusto e Tibério, Trasilo, tornou-se conselheiro de Caligula, Tibério, Cláudio, Nero e permaneceu ainda no reinado de Domiciano. No ano 17 DC zodíaco egípcio a Denderah foi erguido. 50 DC Astrologia tem papel proeminente na literatura dos romanos como em As Tragédias de Seneca e Thyestes. Quarto Imperador romano Claudius fica versado dentro da astrologia. No reinado dele, é pegada Roma para cima em um frenesi de astrologia. 117 DC o Imperador romano Hadrian, também um astrólogo, montava o próprio horóscopo dele e consulta isto regularmente. Entre 117 a 18 d C reina o imperador Adriano, que foi um patrono da astrologia; seu mapa natal sobreviveu até nossos dias. A Roma imperial e republicana não nos deixa muitos registros da utilização de astrologia, mas a confluência de xamanismo, rituais mágicos e encantamentos de variada origem era grande o bastante para atestar que a astrologia viceja forte não apenas na periferia do império mas também na população da baixa Itália. A tradição intelectual romana era bastante crítica com relação ao Zoroastrismo, Mitraísmo e demais práticas do Sol Invencível que adentrou a região conforme a fronteira política do estado Romano aumentava. Dentre os filósofos (estóicos) destacam-se Sêneca e Cícero; todos eles céticos com relação ao conhecimento astrológico. Mas a tradição continuava não apenas nas franjas do sistema, como foi aos poucos sendo levada e transformada em contato com as populações do norte da Europa e da Ásia Menor.
No ano 150 DC Ptolomeu escreve para O Tetrabiblos, o mais vasto trabalho inclusivo em astrologia para datar. Já atento da precessão dos equinócios, Ptolomeu acautela os astrólogos para usar o equinócio de primavera tropical como o começo do primeiro sinal de zodíaco. Outros astrólogos como Hephaestion de Thebes e Julius Firmicus usam isto como seminal trabalho. De todo modo, é desta época o conhecido Cláudio Ptolomeu (100?-170 d C?), egípcio de nascimento e provavelmente cidadão romano, embora tenha escrito em grego. Ptolomeu foi um grande sistematizador de uma certa corrente representativa do conhecimento astrológico, descrevendo no Almagesto e no Tetrabiblos tudo o que se conhecia a respeito na área e que se coadunava com as premissas filosóficas de Aristóteles. Portanto, Ptolomeu não pode nem deve ser considerado "a última palavra" na nossa raiz filosófica. Vários conceitos ele deixou de usar e até hoje, embora tenha se descoberto alguma evidência, por exemplo, de que ele jamais escreveu que havia apenas uma maneira de se calcular a Roda da Fortuna, ele utilizava um sistema de triplicidades bastante diferente de outros autores contemporâneos seus. Além do mais, Ptolomeu não era um astrólogo praticante; sistematizou em um conjunto inteligível tudo o que lhe pareceu suficientemente congruente com a tradição filosófica que professava. Contemporâneo de Galeno (120-199? D C) - que incorporou não apenas Hipócrates e seu Paradigma dos Humores mas estabeleceu a conexão entre estes e os elementos na astrologia - Ptolomeu incorpora as categorias da medicina aplicada ao simbolismo astrológico. O Almagesto é talvez escrito em 127 d C mas o impacto tanto desta obra quanto de seus trabalhos na geografia - ele era cartógrafo e matemático, além de astrônomo - foram de grande impacto durante 1400 anos. Ptolomeu catalogou 1022 estrelas (antes se conheciam 850).Foi Ptolomeu quem expôs de forma organizada a teoria geocêntrica, em que a Terra está no centro do universo, em torno da qual giram os outros corpos celestes; seguindo a tradição de outros gregos anteriores, Ptolomeu reconhece a esfericidade da terra - fato que seria "esquecido" durante um certo período da Idade Média no Ocidente. A teoria geocêntrica só será abalada com a teoria heliocêntrica, no século XIV, proposta e defendida por Nicolau Copérnico. A idéia de que a terra gira em torno do Sol, como os demais corpos celestes, só foi publicada após a morte de Copérnico, enquanto que a Igreja demorou muito tempo para aceitar esta nova teoria. Cláudio Ptolomeu escreveu um pequeno tratado sobre as estrelas fixas, além de um tratado sobre geografia. Uma outra tradição surge com um astrólogo praticante, que foi, para a vertente da astrologia estóica, o que William Lilly será para a astrologia horária do século 17. O que nos restou do que Vettius Valens (C150-185 d C) compilou na sua Antologia, é uma massa de material nascido da experimentação e da prática. Valens utilizava o sistema de profecções, sua filiação filosófica era estóica, utilizava os Lotes (erroneamente chamadas Partes Árabes), calculados diferentemente para nascimentos diurnos ou noturnos, o sistema de casas era semelhante ao de Ptolomeu - casas iguais que começavam 5 graus antes da cúspide, entre outros quesitos de sua análise. Sua obra mostra vigorosa aplicação do conceito de katarqué (o estudo dos inícios) como já a raiz de um dos ramos da astrologia que teria grande desenvolvimento posterior: a astrologia eletiva e horária. Só no final do século II d C teremos Antioquio de Atenas, que compila grande coleção de trechos e excertos de astrólogos anteriores; uma das partes é o Thesaurus, repleto de termos astrológicos técnicos.
Este período da história da filosofia ocidental é marcado pelo florescimento vigoroso do platonismo e temos em Clemente de Alexandria (150-215 a C) um dos maiores platonistas cristãos. A escola neoplatônica está forte e Plotino (205-270), considerado um dos mais importantes representantes, escreveu as Enéadas, que tenta dar conta de muitos dos problemas levantados pelos astrólogos de seu tempo. Jâmblico (C250-330 d C), um neoplatônico sírio, tentou criar uma religião neoplatônica combinada com as praticas mágicas de natureza tântrica. Em De Misteriis Jamblico lida diretamente com o problema das energias planetárias "maléficas" e suas relações com a alma.
Próximo do ano de 227, a região do atual Irã foi tomada dos partas pelos exércitos sassânidas do persa Adachir I. Coroado, transformou o Zoroastrismo a religião do estado; fazia parte da cultura persa o amor à astrologia e durante o império de 4 séculos dos sassânidas, a arte floresceu bastante. Os imperadores persas abrigavam todos os filósofos que os cristãos baniam... Várias artes e práticas cresceram bastante. No entanto, tendo de brigar com hunos, romanos, bizantinos, de acordo com cada século, foram perdendo muito de seu território. Depois da ascensão do Império Sassânida, quando há este florescimento da astrologia e o Zoroastrismo é restaurado, alguns pesquisadores consideram que a astrologia árabe foi uma extensão da tradição astrológica grega e que recebeu influencias da astrologia hindu. Depois, no século 7, quando os árabes islâmicos dominam as áreas semitas da Mesopotâmia e da Pérsia, além do Egito, a troca de conhecimentos astrológicos cresce como resultado da própria dominação política daquelas regiões, que impõe maior contato cultural.
Após a dominação árabe, a maior parte dos textos de astrologia persa foram destruídos, mas os registros que chegaram até nós indicam que os maiores astrólogos da era árabe eram persas.
Praticantes de uma astrologia um pouco diferente da grega ou hindú, os árabes introduziram conceitos tais como orbe de aspectos, e muitos outros que ainda foram utilizados pela astrologia horária dos séculos mais recentes, tais como frustração e translação de luz e outros. Embora a astrologia árabe deva muito à astrologia helenista, os árabes introduziram modificações novas que podem ter sua origem na astrologia persa.
Na sua forma mais acabada, a astrologia árabe - que seria a terceira fase da história da astrologia - é a origem mais imediata do que hoje se pratica no ocidente.
Por volta do sec II os godos apareceram na Rússia, vindo aos poucos da Escandinávia. Bateram os germanos que moravam no norte do Império Romano e chegaram ao Mar Negro por volta do início do século 3. Ali, começaram a atacar as províncias romanas da Ásia Menor. Em pouco mais de cem anos seriam divididos em dois grandes grupos, visogodos e ostrogodos. Em 188 DC Vettius Valens de Antioch, famoso, astrólogo acumula biblioteca boa de horóscopos e analisa 100 em seu Anthologiae. 222 DC Alexander Serverus monta ensinando postes em astrologia que é subsidiada pelo orçamento imperial. Entre os expoentes desta filosofia, destacaremos Plotino (205-270 d.C) e Porfírio (233-304 d.C.), seu discípulo. Plotino ao se aprofundar no sincretismo filosófico-religioso, sentiu a harmonia do universo e reconheceu a correspondência entre "o que está em cima e o que está embaixo", uma lei universal entre o céu e a terra, indispensável para toda a compreensão da existência humana. Ao resgatar a astrologia, estes filósofos simplesmente mantiveram a hereditariedade do pensamento grego, impedindo a decadência da astrologia e integrando-a com o pensamento cristão reinante no mundo naquela época. No entanto a astrologia sofreu varias ameaças ao longo dos séculos, sempre ressurgindo fortalecida, quando a humanidade passa por momentos de grandes revoluções sociais. Devemos reconhecer o valor desta grande ciência quando verificamos que ao longo dos milênios, ela ressurge sempre evoluindo com o pensamento da humanidade, como que a demonstrar o valor indestrutível desta experiência milenar que faz parte da própria consciência e da existência de um corpo espiritual atemporal. No ano 250 DC Plotinus declara que aquela astrologia indica um possível futuro, mas não amolda isto. Em 313 d C, o Cristianismo vira a religião oficial do Estado, mas o paganismo ainda é tolerado; em 325 d C há o Concilio de Nicéia, que irá alterar para sempre a relação entre astrólogos, cristãos e estrutura social no ocidente. Na primeira fase do Império Bizantino abarca de 324 a 640. Este longo período afastou e separou as duas metades do Império, tendo conseqüências importantes para manutenção e o desenvolvimento e de várias correntes que compõem nossa tradição astrológica. Uma das razões de não interrupção da prática e tradição astrológica na região bizantina é que ali o grego ficou sendo a língua falada em primeiro lugar e na parte ocidental, ficou sendo o latim. Ora, a maior parte das obras eram escritas em grego e aos poucos foram desaparecendo aqueles que poderiam entender antigos escritos.
Bizâncio era uma colônia grega pequena, fundada no século 7 a C. Ali foi que o imperador Constantino, em 330 d C resolveu criar, no dia 11 de maio, a cidade de Constantinopla. Dizem que ele escolheu certas estrelas fixas para estarem elevadas neste dia, a fim de construir uma cidade que durasse em poder e glória muitas centenas de anos... Depois que o Imperador Constantino lançou seu édito de tolerância para todas as religiões, em 313 d C, o cristianismo emergiu como a religião mais poderosa, enquanto movimento, dentro do Império Ocidental. A maior parte dos imperadores se tornaram cristãos na tentativa de ganhar mais poder por aumentar sua intimidade com a sociedade cristã organizada. Os desacordos internos na Igreja eram entendidos como ameaças que poderiam abalar a uniformidade e a unidade do império. Para contornar estas divisões, os imperadores conclamavam os encontros ecumênicos (do grego oikoumenos, ajuntar na casa - no caso - de Deus). O Concilio de Nicéia foi o primeiro de uma série e o ponto de discussão foi rejeitar o arianismo, que propunha ser Jesus Cristo um ser criado e não igual a Deus. Obviamente, o arianismo foi uma corrente religiosa que somava várias tradições mágico-religiosas das regiões dominadas pelo Império Romano. E o ataque e anatematização do arianismo abriram a porta para a negação e perseguição de toda e qualquer forma de crença mágico-religiosa que não fosse alinhada com a linha programática da Igreja, ou melhor, de certa linha dentro da Igreja que estava para tomar a direção política e religiosa daquele período histórico.
No final do século 4, o Império Romano já estava repleto de contradições internas insolúveis; a vigilância necessária para a manutenção do poder na periferia do sistema, há mais de 100 anos, havia se afrouxado. A cizânia se estabelecera nas três Gálias; os hunos se fortaleciam sob as ordens de Átila, conhecido por não deixar pedra sobre pedra onde passava, salgando o chão e destruindo as casas, símbolos, segundo ele, da dominação romana. Da periferia oriental do Império o então jovem guerreiro Alarico liderou as hostes visigodas em um levante onde tomam grandes áreas da porção oriental romana, logo após a morte do imperador Teodósio, em 395.
Data desta época a formação do Império Bizantino. Um dos filhos de Teodósio ficou no comando da parte oriental do Império, enquanto o outro filho seria o administrador da parte ocidental, comandando a partir de Milão. Esta era uma divisão que, apesar de temporária, tornou-se permanente e determinou em muito as enormes diferenças culturais e filosóficas que inclusive são patentes na tradição astrológica.
Vai ser na porção oriental do império que a tradição filosófica e religiosa, além do debate teórico, será mais rico e produtivo. No ocidente, sobrariam poucas condições de troca de informações. A história teria outro rumo nas terras que seriam tomadas pelos vândalos.
Muitas eram as tentativas de manutenção de uma paz precária entre a parte oriental e ocidental do antigo império romano, tendo de se haver com hordas hunas, no oriente, vândalas no ocidente, entre outras, de par com as inúmeras cisões religiosas que espoucavam de todos os lugares do antigo império romano. Mas, em menos de cem anos, todo o império ruiria.
Roma caiu em uma manhã de 410, a despeito do aviso incessante dos gansos romanos, que protegiam a cidade sagrada das sete colinas; liderados por Alarico, chegaram os visigodos.
Cinco anos depois da queda de Roma, Hefaistio de Tebas escreve a Apotelesmatica, onde reconcilia a visão de Ptolomeu e Doroteu de Sidon; considerado um dos mais antigos interpretes de Ptolomeu e fonte primária dos fragmentos de Doroteu. Agostinho (354-430) escreve contra a astrologia individual, mas não nega a relação entre planetas e história. Paulus Alexandrinus (C378 d C) escreve as Matérias Introdutórias, que sobrevive intacta quase, dando um rico panorama da astrologia alexandrina e romana. Um tratado anônimo de 379 prescreve a utilização de 30 estrelas fixas na análise do mapa astrológico natal; são idênticas as que Ptolomeu utilizou no seu tratado chamado Fases. Já em 400 DC Biblioteca de Alexandria é destruída com perda de muitos textos de astrologia.

Climazem Consultoria – Estudos e Pesquisas Astrológicas: Abrindo os Portais do Conhecimento.
Carlinhos Lima – Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.
Leia também a parte 4

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