sexta-feira, 13 de junho de 2008

A Divisão do Horoscopo - 3


Grécia

Na há nada na história da Grécia antiga que sinalize a existência de uma prática proto-astrológica, nada que sequer lembre a astrolatria dos babilônios ou de outros povos. Os gregos não adoravam estrelas; Sol e Lua, sim, faziam parte de sua mitologia religiosa. Hélios era um deus importante, mas Selene pouco significava.

O documento mais antigo em que se faz referência a dias favoráveis e desfavoráveis, bem como ao nascer e ao ocaso das constelações no horizonte e sua função agrícola, é O Trabalho e os Dias, de Hesíodo, escrito por volta de 700 a.C. Na Teogonia, do mesmo autor, aparecem provavelmente versões gregas de mitos babilônicos, e já no século VI a.C. nomes de estrelas e de constelações da Babilônia aparecem traduzidos para o grego. Só a partir do século V a.C. os planetas começam a ser diferenciados das estrelas.

Antes, portanto, da expansão do império de Alexandre, que abrangeria também a Mesopotâmia, houve contatos entre babilônios e gregos. Especula-se, por exemplo, sobre a possibilidade de Pitágoras, no século VI a.C., ter viajado para o Egito e para a Babilônia. Na reforma do calendário de Atenas, ao redor de 432 a.C., Meton e Euctemon, recorrem a técnicas desenvolvidas pelos babilônios. No século IV a.C., Eudoxo de Cnido introduz na Grécia o calendário anual de 365 dias, que conhecera no Egito. Segundo Cícero, Eudoxo rejeitava a doutrina dos caldeus sobre previsões baseadas no dia de nascimento de um indivíduo. Ainda neste século, Teofrasto fazia alusão à teoria que permitia aos caldeus prever os eventos da vida de uma pessoa e não apenas se o tempo seria bom ou mau. Demócrito de Abdera, o famoso atomista, discípulo de Leucipo, também é citado como introdutor de idéias orientais sobre o zodíaco, os planetas e as constelações.

Outros eruditos gregos como Epígenes de Bizâncio, Apolônio de Mindus e Artemidoro de Parium também diziam ser discípulos dos caldeus, tendo estudado em suas escolas sacerdotais. Um provável astrólogo da Babilônia, Sudines, trabalhou para o rei Atalus I, rei de Pérgamo, para quem fazia adivinhações por volta do ano 238 a.C.

Como vimos no segmento anterior, no começo do período helenista (pós-Alexandre), muitos gregos foram à Babilônia para aprender astrologia e astronomia. É quando tem início um intenso intercâmbio entre essas duas culturas, e a astrologia passa a atrair a atenção dos gregos.

O Egito Helenista

O período helenista, no Egito, começa com o domínio grego em 331 a.C. e vai até o século VI d.C., já sob o controle dos romanos. As conquistas de Alexandre levam a filosofia, a ciência e a arte dos gregos a todas as partes do império. A cidade de Alexandria torna-se o grande pólo cultural da época, onde a cultura grega se mistura com a dos egípcios, babilônios, persas, judeus, gerando resultados interessantes e profícuos. Graças a essa combinação ocorrem novas especulações filosóficas, avanços científicos e o surgimento do hermetismo, em cujo contexto se desenvolvem a magia, a alquimia e também a astrologia. Aqui nasce a astrologia tal como a conhecemos hoje, ou pelo menos a sua estrutura e técnicas principais. É difícil, no entanto, saber o que é autenticamente egípcio e o que já existia na Babilônia, especialmente nas escolas de astrologia daquela região. Vimos que, no século IV a.C., os babilônios já faziam mapas natais com os planetas posicionados em graus do zodíaco. É até possível que já então usassem o Ascendente.

O que nos interessa nesta fase, digamos, grega da astrologia – pois já incluía contribuições gregas à ciência dos astros – é justamente o tema deste nosso artigo: os decanatos.

Os decanatos - Astronomicamente, o zodíaco babilônico era um círculo dividido em doze partes iguais, os chamados signos zodiacais, cada um com 30 graus de arco, perfazendo um total de 360 graus. Correspondia a uma representação esquemática da eclíptica, onde eram projetadas as órbitas dos planetas, do Sol e da Lua, e também de algumas estrelas. Para os que adotavam a teoria geocêntrica, todos esses corpos celestes giravam em torno da Terra.

Ora, não satisfeitos com essa divisão dodecatenária, e lembremos que já na Babilônia houve uma experiência de subdivisão de cada signo em mais doze partes iguais, ao que tudo indica os astrólogos helenistas aplicaram o sistema dos antigos decanos egípcios ao zodíaco. Como eram 36 constelações decanais, que se distribuíam num período de 360 dias, cada uma tinha a duração de 10 dias. No círculo, isso equivale exatamente a 10 graus de arco. Não foi necessário, portanto, um grande salto de imaginação para enxertar em cada signo do zodíaco três decanos. E assim chegamos àquilo que posteriormente passou a ser chamado de decanato. A cada decano egípcio estava associada, tradicionalmente, uma divindade, que passaria a presidir e influenciar aqueles 10 graus. Este era um dado importante em atividades que combinavam magia e astrologia.

Fragmentos de dois textos muito importantes destacam-se pela sua antiguidade. Provavelmente devem estar entre os primeiros manuais de astrologia produzidos no Egito helenista e que revelam uma evolução das técnicas puramente babilônicas. Ambos talvez tenham sido escritos no século II ou III a.C. São eles o Salmeschiniaka e o livro de Nechepso-Petosiris. O primeiro, que é citado pelo segundo, e portanto o antecede, aborda o tema dos decanos egípcios. Robert Schmidt cita o que seria um trecho do Salmeschiniaka mencionado por Hefaísto de Tebas:

“Os decanos devem ser examinados, visto que o primeiro do Horoskopos trata do nascimento; o 28° do Horoskopos, que culmina cedo, trata da subsistência; o 25°, que culmina ao meio-dia, trata da doença; o 9°, que nasce tarde no leste, trata dos ferimentos; o 17°, que nasce no oeste, trata do casamento e da esposa; o 8°, o portal de Hades, trata dos filhos; aquele no [pivô] subterrâneo trata da morte.”
Fica evidente nesta passagem que os decanos funcionavam de modo análogo ao que seriam futuramente as Casas Terrestres. O Salmeschiniaka também trabalha com idéias babilônicas ao apresentar uma divisão baseada em intervalos de cinco dias, que configuram 72 imagens, e ao citar o deus babilônico Nebu. Estas 72 imagens também coincide com a divisão que faz a Cabala dos anjos que tem nomes derivados do nome de Deus.

O outro texto, os fragmentos do livro de Nechepso-Petosiris, é, sem dúvida, bem mais relevante e influenciou muitos autores, como Hefaísto de Tebas, Vettius Vallens e Firmicus Maternus, que freqüentemente fazem uso de seu conteúdo. Nechepso foi um rei egípcio que viveu por volta de 600 a.C. e Petosiris, provavelmente um sacerdote de Thoth que teria vivido no final do século III a.C. A autoria certamente é apócrifa, aproveitando-se talvez da autoridade desses personagens, que segundo a tradição eram iniciados nos mistérios de Hermes Trismegisto, a quem se atribuíam conhecimentos esotéricos sobre metafísica, magia, alquimia e astrologia. Daí veio à palavra hermetismo, que diz respeito à doutrina de Hermes, ou Hermes-Thoth, de muito prestígio na época do Egito dos Lágidas e futuramente entre os europeus do Renascimento.

Esses fragmentos introduzem presságios a respeito de eclipses e cometas, semelhantes àqueles formulados na Babilônia, previsões baseadas no nascer helíaco de Sírius, a questão da data da concepção e o cálculo da Parte da Fortuna, também usada para computar a duração da vida; mencionam ainda visões em que Nechepso, orientado por Petosiris, recebe conhecimentos astrológicos, incluem um tratado sobre astrologia botânica e médica, além de discorrer sobre decanos e numerologia.

Os fragmentos de Nechepso-Petosiris parecem sintetizar em si a freqüente alusão que astrólogos e autores helenistas faziam aos “antigos egípcios” e à sabedoria de Hermes. Na verdade, tal referência configura os sacerdotes egípcios helenizados, versados em astrologia e hermetismo, mas que mesmo antes de Alexandre já vinham recebendo, talvez através dos persas, informações sobre a astronomia e a astrologia da Babilônia. A palavra “antigos” aqui é enganosa, pois nada tem a ver com o Egito antigo faraônico, embora alguns elementos da astrologia hermética fossem de fato nativos.

Os decanos aparecem constantemente na literatura hermética. Assim como na antiga mitologia egípcia, estão sempre associados a divindades estelares. Uma imagem bem viva do zodíaco de 12 signos circundado pelos 36 decanos é a do célebre zodíaco egípcio do Templo de Hathor, em Denderah, provavelmente elaborado no século I d.C.

Quase todos os autores da época utilizavam os decanos ou citavam essa técnica, que como vimos fazia parte de uma tradição. Interessante notar que Cláudio Ptolomeu, o grande astrólogo e astrônomo de Alexandria, sequer a menciona em seu Tetrabiblos, obra que se tornaria uma verdadeira bíblia da astrologia ocidental. Mesmo sem a intenção de comparar a obra de Ptolomeu com a de outros astrólogos contemporâneos, mas essa omissão talvez revele um grau de independência típico de uma pessoa com senso crítico apurado.

Astrólogos como os autores dos textos atribuídos a Nechepso e Petosiris (sec I/II a.C.), Marcus Manilius (10 d.C.), Doroteu de Sidon (50 d.C.), Firmicus Maternus (337 d.C.), Paulus Alexandrinus (~ 378 d.C.), Hefaísto de Tebas (~ 380 d.C.) e o(s) autor(es) do Livro de Hermes (Liber Hermetis, sec V d.C.)., todos utilizavam o sistema dos decanos, ou decanatos, como passariam a ser conhecidos futuramente. Sabemos também que os textos de Nechepso-Petosiris foram fundamentais para disseminar a divisão decânica na interpretação de mapas astrológicos. Desconhecemos, porém, qualquer obra anterior que já incluísse os decanos no zodíaco.

Na Astronomica de Manilius, cada signo é dividido em três decanos, e cada decano, por sua vez, está associado a um signo, na seqüência natural do zodíaco. Os três primeiros decanos de Áries têm a natureza de Áries, Touro e Gêmeos; os de Touro são Câncer, Leão e Virgem; os de Gêmeos, Libra, Escorpião e Sagitário; e assim por diante. A distribuição de Manilius é diferente da de outros autores. (Nestes, os decanos estão ligados aos planetas, seguindo a ordem: Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e Lua). O primeiro decano de Áries, no entanto, pertence a Marte, e daí continua com Sol e Vênus, e depois Mercúrio, Lua e Saturno para os três decanos de Touro.

Mas nenhum signo tem o controle exclusivo sobre si mesmo: todos compartilham sua natureza com certos signos em partes iguais, e, por assim dizer, num espírito de hospitalidade, formam uma fraternidade celeste e cedem suas partes constituintes para custódia de outros signos. Este aspecto de nossa arte os gregos denominaram sistema de decanos.

Em Mathesis, o astrólogo romano Firmicus Maternus afirma que a efetividade dos decanos, ou seja, sua influência, não se estende ao signo inteiro, mas apenas a certos graus, que ele chama de ocupados, ao contrário dos graus vazios, onde não operam os poderes de nenhum decano. Quanto mais planetas, e também o Ascendente e o Meio-do-Céu, nesses graus ocupados, e, portanto sob a ação de decanos, melhor será a vida de uma pessoa. Maternus revela também que Nechepso utilizava os decanos para prever doenças e aflições, conhecendo a relação entre aqueles e as diversas enfermidades.

No Livro de Hermes (Liber Hermetis), escrito provavelmente no século V d.C., mas cujo conteúdo é bem mais antigo, encontramos mais uma vez os decanos associados a certas doenças e mesmo a partes do corpo. São idéias de origem egípcia, de um passado remoto, pré-helenista, que misturam magia, constelações e divindades decanais com a astrologia zodiacal greco-babilônica.

[...] o 3° decano de Gêmeos produz dores musculares; o 1° decano de Câncer, doenças das artérias; o 2° rege o pulmão; o 3° produz males cardíacos; o 1° decano de Leão rege o estômago; o 2° é causa de obstruções [de vasos?] e de abscessos; o 3°produz a diafrixis (?) do ventre; o 1° decano de Virgem, os males do ventre; o 2° rege o fígado; o 3°, o baço...

Outro exemplo extraído da literatura hermética são os Discursos de Hermes a Tat, que fazem parte da Anthologium, de Estobeu, uma compilação de autores gregos, entre os quais textos atribuídos ao lendário Hermes Trismegisto, elaborada no século V. No Excerto VI dessa obra, Hermes explica á seu filho Tat o que são os 36 decanos:

Eu lhe disse, meu filho, que há um corpo que envolve todas as coisas. Tu deves conceber sua forma como sendo circular, pois tal é a forma do universo. [...] E entende que abaixo do círculo desse corpo estão os trinta e seis Decanos, entre o círculo do universo e o do zodíaco, separando um círculo do outro; eles sustentam, por assim dizer, o círculo do universo, e estão acima do zodíaco.

Em outra obra da tradição hermética, o Asclépio, há também referência aos decanos. Mais uma vez é Hermes Trismegisto quem passa ensinamento, agora para o discípulo Asclépio.

O ousiarches do céu... É Júpiter, pois, através do céu, Júpiter concede a vida a todas as criaturas. A luz é o ousiarches do sol, pois a bênção da luz derrama-se sobre nós através do orbe do sol. As trinta e seis (o termo é “horóscopos”), as estrelas sempre fixas no mesmo lugar, têm como regente ou ousiarches aquele cujo nome é Pantomorphos ou Omnimorfo, que constrói várias formas dentro de várias classes.

Numa interpretação relativamente recente sobre o enigmático significado dos desenhos da famosa Tazza Farnese, uma sofisticada taça de libação feita de sardônica, presumivelmente originária de uma corte alexandrina do século I a.C., Dwyer identifica nessa extraordinária obra de arte correspondências entre planetas, constelações, zodíaco e decanos. Segundo este autor, as figuras que aparecem no interior da taça representam uma alegoria da criação de acordo com o tratado hermético Poimandres, o Livro I do Corpus Hermeticum.

Leia também a parte 4

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